domingo, 11 de julho de 2010

Veja a copa de TV nova

A mídia exerce grande influência nos esportes, que pode ser considerada boa ou ruim. Ela pode, sem dúvida alguma, influenciar na prática de alguma modalidade esportiva, destacando seus benefícios. Porém, o esporte tem sido usado como mercadoria. Compramos camisetas, bandeiras, temos uma falso nacionalismo. Outro ponto negativo da mídia no Brasil é que a atenção do jornalismo esportivo é voltada quase que única e exclusivamente ao futebol, que ó esporte "mais lucrativo". Quando ouvimos falar do hipismo brasileiro? Nunca.
Prática de esporte passiva é quando não estamos praticando o esporte, mas estamos de alguma forma interagindo, como por exemplo assistindo através da televisão.

Perspectivas para a Copa do Mundo de 2014



Apesar da Copa do Mundo ser um grande evento esportivo que ajudará muito no turismo brasileiro, será que não estamos no precipitando? Está certo que o Brasil é um país em potencial, que vem se desenvolvendo muito, mas não teríamos outras prioridades em nosso país? Pessoas ainda passam fome, crianças ainda não têm escola, sem falar no transporte precário, que mal atende os próprios brasileiros. Será que não seria melhor investir o dinheiro da Copa em saúde, educação, saneamento básico e outras coisas tão mais essenciais?

We’re all african



A África do Sul (República da África do Sul) está situada no extremo sul do continente Africano. É conhecida pela sua grande diversidade de crenças, culturas e idiomas. Mesmo sendo inglês a língua mais falada na vida pública, existem mais 10 línguas oficiais.
História: A África do Sul conseguiu sua independência política em 1961 e declarou-se uma república. Apesar da oposição dentro e fora do país, o governo manteve o regime do apartheid. No início do século XX alguns países e instituições ocidentais começaram a boicotar os negócios com o país por causa das suas políticas de opressão racial e de direitos civis. Após anos de protestos internos, ativismo e revolta de sul-africanos negros e de seus aliados, finalmente, em 1990, o governo sul-africano iniciou negociações que levaram ao desmantelamento das leis de discriminação e às eleições democráticas de 1994. Nelson Mandela foi o vencendor das eleições e foi o primeiro presidente negro da África do Sul.
Geografia: A África do Sul tem uma paisagem variada. Na parte ocidental, estende-se um grande planalto composto em parte por deserto e em parte por pastagens e savanas, cortado pelo curso do rio Orange e do seu principal afluente, o Vaal. A sul, erguem-se as cordilheiras do Karoo e, a leste, o Drakensberg, a maior cadeia montanhosa da África meridional, onde situa-se o ponto mais elevado do país no Njesuthi com 3.408 metros, fronteira com Lesotho. A norte, o curso do rio Limpopo serve de fronteira com o Botsuana e o Zimbabué.
Economia: Pela classificação da ONU a África do Sul é um país de renda média, com uma oferta abundante de recursos, com bem desenvolvidos setores financeiro, jurídico, de comunicações, energia e transportes, uma bolsa de valores que está entre as vinte melhores do mundo, e uma moderna infra-estrutura de apoio a uma distribuição eficiente das mercadorias a grandes centros urbanos em toda a região. A África do Sul ocupa 25ª posição no mundo em termos de PIB (PPC), de acordo com dados de 2008.O desemprego é extremamente elevado e a desigualdade de renda é aproximadamente igual à do Brasil.
Cultura: A grande diversidade de povos na África do Sul garante também uma enorme diversidade cultural que vão desde a culinária até a música. Os sul-africanos gostam muito de esportes. O rugby, cricket e surf são tradicionais no país e muito praticados. O futebol também é muito apreciado e ganhou grande popularidade após o país ter sido escolhido como sede da Copa de 2010.

Tiago de Souza, publicou no Blog do Juca, o seguinte texto:

“Porque nunca seu povo foi tão real, sua nação foi tão palpável. Faltou todo o sentimento de milênios carregado pelo mutilado, esquecido e feliz povo africano. Faltou a carga de emoção real, faltou a aura de alegria verdadeira – e única- de um povo que até chega dar a impressão que deixa de lado qualquer sentimento de injustiça, para saudar o mundo que o renegou e agora vem até eles.
A Copa, pela fala de um prêmio Nobel, Desmond Tutu, de uma história irretocável, que fala em perdão sem esquecimento (entender realmente isso, chega a ser surreal), que fala em “we’re all africans” (e somos mesmo!), que foi calado durante décadas, que lutou não por um país SÓ negro, mas um país de todo seu povo, já valeu! Seu discurso – que mais pareceu uma ode à alegria – quebrou todos os preconceitos que vinha lendo numa das redes sociais mais acessadas do mundo. “Emocionou quem questionava a qualidade musical de um povo que não busca mostrar ao mundo tecnologia, imponência, riqueza, pieguices, mas apenas a sua cultura, a sua maneira, sublime, de viver mesmo ao lado de uma infinidade de mazelas.”
O texto mostra que mesmo sendo um país explorado por décadas, a alegria e a cultura do povo africano são exemplos para todo o mundo. E esse país tão diversificado recebeu uma dos mais importantes eventos esportivos do mundo: a Copa.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Atividade física

Muitas pessoas afirmam não ter tempo para frequentar uma academia e por isso não fazem atividades físicas. Para deixar de lado o sedentarismo, algumas medidas simples e que parecem insignificantes podem ser tomadas: ir caminhando ao invés de pegar um ônibus, preferir escadas a elevadores, deixar de lado o computador e praticar algum esporte junto com os amigos, como por exemplo o futebol.
Atualmente, as academias vêm lançando novas opções de atividades físicas, uma delas é o BodyAttack, aula com música que trabalha movimentos atléticos, muitos derivados de esportes de agilidade como vôlei, basquete e tênis. É uma atividade bem dinâmica e agitada que foca o treino cardioresíratório, tonifica o corpo e melhora sua densidade óssea, além de quimar muitas calorias.
Mas para as pessoas que não gostam de academias, uma boa opção caminhada. É um exercício aeróbico muito simples, que não exige equipamentos, roupas ou locais específicos, apenas um calçado adequado para não causar lesões. Pode ser feita por qualquer pessoa, independente de sexo ou idade e traz muitos benefícios à saúde.

Granado Pharmácias


Botica mais antiga do Brasil, a Granado foi fundada em 1870, pelo português José Antônio Coxito Granado. O estabelecimento ficava na rua Direita, 14/16, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, uma das mais movimentadas da época. Hoje, esta rua chama-se Primeiro de Março, e a Granado lá permanece com suas portas abertas.
Em seus primórdios, a ‘pharmácia’ manipulava produtos com extratos vegetais de plantas, ervas e flores brasileiras, cultivadas no sítio do seu fundador, em Teresópolis (RJ). Além desses medicamentos, Coxito ainda importava produtos da Europa e adaptava suas fórmulas para os padrões e as necessidades dos brasileiros e daqueles que aqui moravam.
A qualidade e eficácia desses produtos logo tornaram a farmácia uma das fornecedoras oficiais da Corte. Desta aproximação com a Família Imperial, nasceu a amizade com Dom Pedro II que, em 1880, conferiu à Granado o título de Farmácia Oficial da Família Real Brasileira.
Em 1903, João Bernardo Granado, irmão de Coxito, criou o Polvilho Antisséptico, produto mais antigo e carro-chefe da empresa. Sua fórmula, que teve registro aprovado por Oswaldo Cruz, permanece inalterada.
No período republicano, a Granado manteve seu status e conquistou, entre outros, o jurista Rui Barbosa, Francisco Pereira Passos e o abolicionista José do Patrocínio.
Em 1912, a farmácia expandiu para um prédio na rua do Senado, onde hoje ainda funciona uma das suas fábricas. Anos depois, foi adquirida a fábrica de Belém do Pará, onde são produzidos os sabonetes em barra. E uma nova fábrica está em construção, em Japeri (RJ), com instalações e equipamentos modernos em 30.000m2 de área.
A primeira filial da Granado foi inaugurada em 1930, na rua Conde de Bonfim, 300, na Tijuca (RJ). Em 2007, a farmácia ganhou endereços nos bairros do Leblon (RJ) e Jardins (SP). No ano seguinte veio o endereço da loja virtual (www.granado.com.br) e, em 2009, a loja da rua do Lavradio (RJ) e a expansão da loja da rua Primeiro de Março.
Além da manipulação de medicamentos, Coxito também se aventurou no ramo de publicações. Durante os anos de 1887 a 1940, ele editou o almanaque anual ‘Pharol da Medicina’. Nele, médicos, farmacêuticos e seu fiel público eram informados sobre os novos produtos da sua farmácia. Em 2007, o folheto voltou a ser impresso, com o mesmo propósito inicial: divulgar inovações em suas linhas de produtos e seus lançamentos.
Depois de três gerações na família Granado, a farmácia hoje é presidida pelo inglês Christopher Freeman. Em 2004, já sob o seu comando, a Phebo foi incorporada à empresa, bem como os produtos que fabricava. Três anos depois, novos produtos começaram a ser desenvolvidos: a linha Isabela Capeto, colônias e velas perfumadas.
Ao longo de todos esses anos, a tradição de qualidade de produtos de origem vegetal, com eficácia comprovada, se manteve. Reconhecida em todo país, a Granado se firma no mercado brasileiro de cosméticos como exemplo de sucesso, solidez e constante crescimento.

Tradição em responsabilidade socioambiental

Pioneira na fabricação de sabonetes vegetais, a Granado hoje é responsável pela maior produção do Brasil, e atravessa seus mais de cem anos de existência com uma definida posição em relação à preservação do meio ambiente: desenvolver cosméticos biodegradáveis formulados com extratos 100% naturais. Além disso, a Empresa busca eliminar das fórmulas de seus produtos corantes e fragrâncias artificiais e garante que seus produtos não são testados em animais.
Quanto às embalagens dos produtos Granado, as caixas de sabonetes em barra trazem o selo FSC (Forest Stewardship Council, ou Conselho de Manejo Florestal). Reconhecido mundialmente, o selo certifica que a madeira utilizada para a produção do papel “é oriunda de um processo produtivo manejado de forma ecologicamente adequada, socialmente justa e economicamente viável, e no cumprimento de todas as leis vigentes de árvores reflorestadas.”
Já os sabonetes que não possuem cartucho, estes são embalados em papel reciclado - a produção de papel reciclado consome menos energia elétrica, dispensa processos químicos e evita poluição ambiental.
As sacolas de plástico das lojas Granado - não biodegradáveis - foram substituídas pelas de papel e, com o objetivo de contribuir para a diminuição do consumo de papel, foram desenvolvidas sacolas de lona. O cliente que faz suas compras com estas sacolas, ganha 5% de desconto.
A busca por produtos cada vez mais naturais é um dos desafios da Empresa. Por isso, a Granado pretende continuar a crescer em parceria com a natureza e, acima de tudo, oferecer produtos de qualidade e com eficácia comprovada, a fim de promover bem-estar e equilíbrio entre o corpo e a mente.

Moda, mídia e juventude



O jovem de hoje é escravo do capitalismo. Para ser considerado normal e "na moda" precisa seguir aquilo que é imposto pela mídia e pela Indústria Cultural. Ter um corpo magro e esguio é sinônimo de beleza, mas a maioria da população não atinge tais padrões estéticos. Na busca pelo corpo perfeito, surgem os distúrbios alimentares, o uso de anabolizantes, as cirurgias plásticas, os remédios...
No entanto, o que as pessoas não veem é que somente a indústria tem a ganhar com essa imagem "vendida" da beleza, porque na busca constante pela perfeição, estamos sujeitos a comprar qualquer coisa para sermos "felizes" e aceitos.


"(...) Estou, estou na moda.
É doce estar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando todas as marcas registradas, todos
os logotipos de mercado.
Onde terei jogado fora meu gosto e capacidade de escolher, minhas
indiossincrasias tão pessoais?
Por me ostentar assim, tão orgulhoso de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Eu sou a coisa, coisamente."
Carlos Drummond de Andrade

Em seu texto, Carlos Drummond de Andrade mostra como as pessoas deixam de lado suas ideias e seus gostos para se tornarem parte de uma sociedade massificada, onde a inclusão depende das aquisições. Contudo, podemos viver sem essa necessidade de consumo, de ter e ser tudo aquilo que é anunciado. Devemos ter nosso própios pensementos e concepções, não apenas conceitos generalizados pela mídia.