sexta-feira, 30 de abril de 2010

Atividade física

Muitas pessoas afirmam não ter tempo para frequentar uma academia e por isso não fazem atividades físicas. Para deixar de lado o sedentarismo, algumas medidas simples e que parecem insignificantes podem ser tomadas: ir caminhando ao invés de pegar um ônibus, preferir escadas a elevadores, deixar de lado o computador e praticar algum esporte junto com os amigos, como por exemplo o futebol.
Atualmente, as academias vêm lançando novas opções de atividades físicas, uma delas é o BodyAttack, aula com música que trabalha movimentos atléticos, muitos derivados de esportes de agilidade como vôlei, basquete e tênis. É uma atividade bem dinâmica e agitada que foca o treino cardioresíratório, tonifica o corpo e melhora sua densidade óssea, além de quimar muitas calorias.
Mas para as pessoas que não gostam de academias, uma boa opção caminhada. É um exercício aeróbico muito simples, que não exige equipamentos, roupas ou locais específicos, apenas um calçado adequado para não causar lesões. Pode ser feita por qualquer pessoa, independente de sexo ou idade e traz muitos benefícios à saúde.

Granado Pharmácias


Botica mais antiga do Brasil, a Granado foi fundada em 1870, pelo português José Antônio Coxito Granado. O estabelecimento ficava na rua Direita, 14/16, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, uma das mais movimentadas da época. Hoje, esta rua chama-se Primeiro de Março, e a Granado lá permanece com suas portas abertas.
Em seus primórdios, a ‘pharmácia’ manipulava produtos com extratos vegetais de plantas, ervas e flores brasileiras, cultivadas no sítio do seu fundador, em Teresópolis (RJ). Além desses medicamentos, Coxito ainda importava produtos da Europa e adaptava suas fórmulas para os padrões e as necessidades dos brasileiros e daqueles que aqui moravam.
A qualidade e eficácia desses produtos logo tornaram a farmácia uma das fornecedoras oficiais da Corte. Desta aproximação com a Família Imperial, nasceu a amizade com Dom Pedro II que, em 1880, conferiu à Granado o título de Farmácia Oficial da Família Real Brasileira.
Em 1903, João Bernardo Granado, irmão de Coxito, criou o Polvilho Antisséptico, produto mais antigo e carro-chefe da empresa. Sua fórmula, que teve registro aprovado por Oswaldo Cruz, permanece inalterada.
No período republicano, a Granado manteve seu status e conquistou, entre outros, o jurista Rui Barbosa, Francisco Pereira Passos e o abolicionista José do Patrocínio.
Em 1912, a farmácia expandiu para um prédio na rua do Senado, onde hoje ainda funciona uma das suas fábricas. Anos depois, foi adquirida a fábrica de Belém do Pará, onde são produzidos os sabonetes em barra. E uma nova fábrica está em construção, em Japeri (RJ), com instalações e equipamentos modernos em 30.000m2 de área.
A primeira filial da Granado foi inaugurada em 1930, na rua Conde de Bonfim, 300, na Tijuca (RJ). Em 2007, a farmácia ganhou endereços nos bairros do Leblon (RJ) e Jardins (SP). No ano seguinte veio o endereço da loja virtual (www.granado.com.br) e, em 2009, a loja da rua do Lavradio (RJ) e a expansão da loja da rua Primeiro de Março.
Além da manipulação de medicamentos, Coxito também se aventurou no ramo de publicações. Durante os anos de 1887 a 1940, ele editou o almanaque anual ‘Pharol da Medicina’. Nele, médicos, farmacêuticos e seu fiel público eram informados sobre os novos produtos da sua farmácia. Em 2007, o folheto voltou a ser impresso, com o mesmo propósito inicial: divulgar inovações em suas linhas de produtos e seus lançamentos.
Depois de três gerações na família Granado, a farmácia hoje é presidida pelo inglês Christopher Freeman. Em 2004, já sob o seu comando, a Phebo foi incorporada à empresa, bem como os produtos que fabricava. Três anos depois, novos produtos começaram a ser desenvolvidos: a linha Isabela Capeto, colônias e velas perfumadas.
Ao longo de todos esses anos, a tradição de qualidade de produtos de origem vegetal, com eficácia comprovada, se manteve. Reconhecida em todo país, a Granado se firma no mercado brasileiro de cosméticos como exemplo de sucesso, solidez e constante crescimento.

Tradição em responsabilidade socioambiental

Pioneira na fabricação de sabonetes vegetais, a Granado hoje é responsável pela maior produção do Brasil, e atravessa seus mais de cem anos de existência com uma definida posição em relação à preservação do meio ambiente: desenvolver cosméticos biodegradáveis formulados com extratos 100% naturais. Além disso, a Empresa busca eliminar das fórmulas de seus produtos corantes e fragrâncias artificiais e garante que seus produtos não são testados em animais.
Quanto às embalagens dos produtos Granado, as caixas de sabonetes em barra trazem o selo FSC (Forest Stewardship Council, ou Conselho de Manejo Florestal). Reconhecido mundialmente, o selo certifica que a madeira utilizada para a produção do papel “é oriunda de um processo produtivo manejado de forma ecologicamente adequada, socialmente justa e economicamente viável, e no cumprimento de todas as leis vigentes de árvores reflorestadas.”
Já os sabonetes que não possuem cartucho, estes são embalados em papel reciclado - a produção de papel reciclado consome menos energia elétrica, dispensa processos químicos e evita poluição ambiental.
As sacolas de plástico das lojas Granado - não biodegradáveis - foram substituídas pelas de papel e, com o objetivo de contribuir para a diminuição do consumo de papel, foram desenvolvidas sacolas de lona. O cliente que faz suas compras com estas sacolas, ganha 5% de desconto.
A busca por produtos cada vez mais naturais é um dos desafios da Empresa. Por isso, a Granado pretende continuar a crescer em parceria com a natureza e, acima de tudo, oferecer produtos de qualidade e com eficácia comprovada, a fim de promover bem-estar e equilíbrio entre o corpo e a mente.

Moda, mídia e juventude



O jovem de hoje é escravo do capitalismo. Para ser considerado normal e "na moda" precisa seguir aquilo que é imposto pela mídia e pela Indústria Cultural. Ter um corpo magro e esguio é sinônimo de beleza, mas a maioria da população não atinge tais padrões estéticos. Na busca pelo corpo perfeito, surgem os distúrbios alimentares, o uso de anabolizantes, as cirurgias plásticas, os remédios...
No entanto, o que as pessoas não veem é que somente a indústria tem a ganhar com essa imagem "vendida" da beleza, porque na busca constante pela perfeição, estamos sujeitos a comprar qualquer coisa para sermos "felizes" e aceitos.


"(...) Estou, estou na moda.
É doce estar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando todas as marcas registradas, todos
os logotipos de mercado.
Onde terei jogado fora meu gosto e capacidade de escolher, minhas
indiossincrasias tão pessoais?
Por me ostentar assim, tão orgulhoso de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Eu sou a coisa, coisamente."
Carlos Drummond de Andrade

Em seu texto, Carlos Drummond de Andrade mostra como as pessoas deixam de lado suas ideias e seus gostos para se tornarem parte de uma sociedade massificada, onde a inclusão depende das aquisições. Contudo, podemos viver sem essa necessidade de consumo, de ter e ser tudo aquilo que é anunciado. Devemos ter nosso própios pensementos e concepções, não apenas conceitos generalizados pela mídia.